Inclusão
Estar incluído parece ser um elo forte, quase um processo equivalente de imantação natural. Entretanto, ser incluído sempre resulta de um dado externo, melhor dizendo, outro, diferente do que contextualmente se inclui. É sempre um motivo maior: um dogma, uma regra, uma certeza que tem que gerar inclusão. Para evitar alienação, por exemplo, como no desconhecimento de direitos, os educadores se unem na explicação dos direitos do homem ou do cidadão. Sabemos que a escola é criada para incluir os indivíduos em sua sociedade. Refletir sobre possibilidades e limites é uma maneira de gerar lucidez, de personalizar, de incluir em famílias e sociedades. Desde o estabelecimento do tabu do incesto que esses processos ocorrem. A estabilização de famílias decorre dessas constatações. Ser incluído significa fazer parte, globalizar as especificidades dos grupos. Quando esses processos são distorcidos surgem alienação e quebra de regras. As contravenções são lesivas à situação ...