Monotonia
Quando o aderente é o fundamental o ser humano se escraviza ao que o aliena. O vício (não conseguir desempenhar suas funções, não conseguir viver sem estar alcoolizado; a droga como sedativo constante do sofrimento, da dificuldade de estar no mundo com os outros), o viver em função dos outros, ou em função das aparências, ou das instituições que dignificam, que conferem status são formas de aderência. Intrínseco, imanente é o constituinte, o legítimo. Imanente ao humano é sua possibilidade de relacionamento com os outros, consigo mesmo e com o mundo. Transformar esta possibilidade em necessidade de relacionamento, em carência * faz surgir aderência explicitada gradualmente em satisfação e insatisfação. Possibilidades exercidas não são quantificáveis ou " quando se trata de direito não há legitimidade ", como dizia Luypen, fenomenólogo holandês. Não se discute a legitimidade de caminhar, embora se discuta para onde se pode ir. Dirigir as possibilidades para ...