Quando mudar é exercer onipotência
Esta situação paradoxal, que é perceber o outro e o mundo diante de si e apagá-los magicamente como se tivesse poderes para criá-los e destruí-los, é comum nas vivências estruturadas pelo autorreferenciamento. Perceber o outro, as situações, é uma mudança no universo autorreferenciado, mas, imediatamente determinar o que fazer com isso, escolher entre apagar, negar, manter, ou tirar um bom partido, é atitude onipotente que mascara sentir-se impotente de estar no mundo com o outro. É exatamente nessa transformação – onipotência como exercício de impotência – que o vazio desumanizador se instala e processa, passando a ser o determinante dos comportamentos autorreferenciados. É a vivência expressa em pensamentos como: “quem não está comigo, não me apoia ou não me dá dinheiro, não serve, precisa ser evitado, alijado, ou, a depender dos contextos, destruído”.
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LANÇAMENTO Está à venda na Amazon e em outras livrarias o meu novo livro: Ciladas da sobrevivência - círculo vicioso abismal. Completando a duologia iniciada com Emparedados pelo vazio,
nesse livro continuo com a temática psicológica e a proposta de
pensarmos sobre o que nos infelicita, o que nos joga no círculo vicioso
abismal da sobrevivência. Como romper esse círculo e estruturar
autonomia? São questionamentos que possibilitam entender angústia,
desespero, medo, raiva e tantas outras sensações que nos paralisam. Convido
vocês para a leitura dessa obra e espero propiciar reflexões sobre
velhos e novos desafios da convivência e comportamento humanos! ✔ GARANTA SEU EXEMPLAR |
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