Popularidade
Popularidade geralmente é resultado de processos sociais. Desde a clássica escolha eleitoral dos candidatos mais populares até os artistas, escritores e pessoas que se destacam nos grupos, popular é aquele que lidera, e, assim, representa anseios, desejos e motivações das “massas”, dos grupos, da maioria.
Ser popular é liderar
vários grupos definidos pelas motivações familiares a eles. Essa resultante,
inerente a processos que constituem a popularidade, atualmente é forjada na
“oficina do diabo”, como diria o enganado pelos falsos líderes. Sobressaem-se indivíduos
populares que passarão bandeiras redentoras. Surgem na internet, nas escolas,
nos clubes, nas igrejas e empresas, e até nas famílias. Tornam-se porta-vozes que
orientam e determinam o que deve ser feito. Empenhados e identificados com
outros interesses buscam criar popularidade para conseguir adeptos e
seguidores.
Hoje em dia, a
popularidade, com ajuda da tecnologia, é um dos estupefacientes mais encontradiços, é uma exceção, uma desorganização de ambientes sociais, familiares, religiosos
e empresariais, ao ser transformada em regra para ditar consumos, exibições e
enganos. Como no filme Matrix, ela é a escolha entre a pílula vermelha ou a
azul.
Ser popular é um
resultado de processos, no entanto, no quebra-cabeça distópico que caracteriza
nosso cotidiano político, social e religioso, isso existe como um lugar buscado e
engendrado por motivações, artimanhas e conspirações ambiciosas e
desumanizadoras, expressas em atitudes de neutralização e destruição do que os atrapalha e daqueles que se opõem ou que são diferentes de si.
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